sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

BEST ALBUMS OF 2017!


Antes de mais... NO MÊS PASSADO, FEZ DOIS ANOS QUE O BLOG EXISTE <3
YAY! Como o tempo passa... estou tão grato por tudo! Espero continuar a crescer aqui e a chegar a mais pessoas :)

Sei que venho muito tarde... mas não queria deixar de fazer uma pequena revisão do ano passado... por isso cá está a minha lista de fim de ano! Os melhores álbuns de 2017 (de acordo com o que ouvi, claro)! Decidi escolher 35 para esta lista, sem qualquer razão particular, para ser sincero xD. Vamos a isto?

35 | Niall Horan, Flicker

O facto do Niall estar em último lugar nesta lista não significa que ele teve o pior álbum do ano para mim, por favor não pensem o contrario. Se bem se recordam do meu post anterior, eu disse que o Flicker é um álbum que se ouve bem, eu gostei do que ouvi. Contudo, sinto que Niall tem potencial para mostrar mais! 

34 | SZA, Ctrl

SZA é de facto uma boa cantora e entertainer, a sua vibe é cativante e as músicas são de facto interessantes. Gosto como ela junta o lado alternativo com o R&B, torna as coisas diferentes. O meu problema com ela, e com todo o álbum, é que ela por vezes tenta ser demasiado alternativa, especialmente na forma de cantar, nas suas letras e nas melodias das canções. 

33 | Fergie, Double Dutchess

O tão aguardado segundo álbum de Fergie não podia deixar de ser mencionado aqui depois de tanta batalha que a cantora teve de passar só para o conseguir lançar. Double Dutchess pode não ter sido o melhor álbum de 2017, mas marcou alguma presença definitivamente.

32 | Grace VanderWaal, Just The Beginning

Grace VanderWal é uma cantora americana de apenas 14 anos (exacto... 14!), que ficou conhecida depois de vencer o programa America's Got Talent, em 2016. No ano passado, ela lançou o seu álbum de estreia, Just The Beginning, que junta o acústico/bluegrass com o electrónico. As letras são autobiográficas e não parecem ter sido escritas por uma rapariga de 14 anos... de todo! Ela é bastante matura.

31 | Tokio Hotel, Dream Machine

Tokio Hotel são uma das bandas que mais marcaram a minha adolescência, e o facto de eles ainda estarem os 4 juntos a fazer música traz-me imensa felicidade. Mesmo que eu tenha gostado mais do álbum anterior, Kings of Suburbia (2013), Dream Machine não deixa de ser um bom trabalho!

30 | Macklemore, Gemini

Macklemore é um óptimo rapper e tem muito potencial pela frente, mas ainda há coisas a melhorar, daí estar o álbum estar tão baixo nesta lista...

29 | Lea Michele, Places

O segundo disco de Lea Michele é muito mais incrível e autêntico que o seu primeiro, Louder (2013), é um facto. Contudo, não é muito memorável... Uma pena pois ela é bastante talentosa.

28 | Sam Smith, The Thrill of It All

Continuando o tema de álbuns recheados de baladinhas para chorar, Sam Smith vem em 26º lugar com o seu segundo disco, The Thrill of It All, que soa quase igual ao seu primeiro, In The Lonely Hour, o que explica o motivo de estar tão baixo nesta lista... 

27 | Linkin Park, One More Light

Sinto-me um pouco esquisito em colocar este álbum numa lista como esta devido ao falecimento do vocalista principal da banda, Chester Bennington, no passado dia 20 de Julho. Mas a vida continua, não é verdade? O mais recente disco dos Linkin Park é bom, ouve-se bem, mas não tem a mesma qualidade que os seus anteriores infelizmente...

No entanto, seja qual for a minha opinião, trabalhaste bem Chester <3
Descansa em paz... Felicidades ao resto dos membros :')

26 | Katy Perry, Witness


Katy Perry teve mesmo azar no ano passado... É uma pena mesmo. Como é possível uma das maiores popstars do mundo, que tinha um futuro bastante promissor, cair tanto na desgraça? Não percebo... Witness é um bom álbum pop, mas Katy perdeu-se um pouco no conceito e infelizmente não trouxe nem metade do que prometeu.

25 | Demi Lovato, Tell Me You Love Me


Demi tem tudo: a voz, as letras, a presença, a atitude, a imagem... Se ela quiser, é capaz de se tornar numa grande diva do R&B e finalmente encontrar o seu meio-termo, porém falta-lhe garra e o sentimento. As músicas em Tell Me You Love Me são óptimas, mas não deixo de sentir que algumas ela as gravou só por gravar... 

24| Miley Cyrus, Younger Now


O problema da Demi é o problema da Miley. Apesar do estilo musical presente em Younger Now assentar-lhe que nem uma luva, acabo por me questionar sempre ''por quanto tempo isto vai durar?''. É bom ser-se ecléctico e mostrar lados diferentes, mas mudar tantas vezes como Miley faz sem qualquer sequência alguma... é estranho.

23 | Dua Lipa, Dua Lipa


Dua Lipa reinou as rádios em 2017, que não pararam de tocar todos os seus êxitos, incluindo a música deste verão, New Rules. O seu álbum de estreia não é perfeito, mas não é uma confusão sónica também! Até é bastante consistente. Que 2018 seja o ano em que ela se torne na popstar mundial que merece ser.

22 | Taylor Swift, reputation


Se relerem a minha review do álbum 1989 e depois se voltarem ao post antes deste, vão reparar que as minhas favoritas em reputation são muito poucas em comparação com o seu anterior. Eu ainda ouço o álbum ocasionalmente, mas admito que não é dos mais fortes dela.

21 | Kendrick Lamar, DAMN.

Apesar de só ter ouvido este álbum uma vez, e do mesmo não ter tido grande impacto em mim, senti que era importante incluí-lo nesta lista devido à sua mensagem e relevância. Todo o seu reconhecimento é muito merecido, não me canso de dizer que Kendrick é o melhor rapper da nossa actualidade.

20 | Khalid, American Teen


A primeira vez que ouvi Khalid foi na canção 1-800-273-8255, do rapper Logic em conjunto com ele e Alessia Cara. Na altura, lembro-me de ficar bastante impressionado com o poder vocálico dele. Após ouvir recentemente na rádio a sua colaboração com Marshmello em Silence e o seu single Young, Dumb and Broke, fiquei interessado em ouvir mais dele. American Teen, seu álbum de estreia, não é uma estreia forte, mas marca presença pela sua sonoridade R&B pura e o seu conceito de adolescência. A sua estética é bem actual e consistente e a sua voz é muito memorável.

19 Kehlani, SweetSexySavage


Kehlani, que tem feito bastante sucesso com singles como Distraction, Gangsta, Honey, entre outros, é a nova aposta do R&B. Ela também tem participado em colaborações com grandes nomes do Hip/Hop, tais como Eminem ou G-Eazy. Por isso o futuro dela está salvaguardado. O seu álbum de estreia, SweetSexySavage, é tudo o que o nome indica: músicas doces e contagiantes, mas com ma vibe selvagem e letras provocadoras.

18 | Ed Sheeran, ÷ (Divide)

Ed Sheeran lançou um álbum incrível. ÷ (Divide) acerta porque não só dá continuidade à sonoridade de X (Multiply), como também contém novos elementos nunca antes explorados por Ed. Se merecia ganhar o prémio de Melhor Álbum Pop nos Grammy's de 2018? Isso já é uma história diferente...

17 | Lana Del Rey, Lust For Life


Lust For Life podia estar mais acima na lista, é um facto. Eu não me costumo importar com álbuns que tenham 16 músicas (ou mais), mas como Lana adora fazer música que ultrapassa os 4 e 5 minutos, os álbuns dela acabam por ser longos demais. Pondo isso de lado, este álbum é icónico e eu adoro a artista!

16 | Fifth Harmony, Fifth Harmony


Após a saída controversa de Camila Cabello, Fifth Harmony teve que provar ao público que o projecto continuaria custe o que custasse. Para isso, Lauren, Dinah, Ally e Normani pegaram na sonoridade que funciona melhor para as 4 e escreveram este álbum auto-intitulado com o intuito de mostrar afinal quem elas são. Em alguns momentos, este álbum soa um pouco parecido a 7/27, é verdade, porém é o trabalho mais original e verdadeiro que o grupo já criou. 

15 | Superfruit, Future Friends


Superfruit é um duo criado por Scott e Mitch dos Pentatonix. Eles começaram a sua carreira com um canal de YouTube com o mesmo nome, apostando na carreira musical anos mais tarde. No ano passado, eles lançaram o seu álbum de estreia, Future Friends, e é um bop completo do início ao fim. A produção é incrível, tem fortes inspirações no pop dos anos 80 e 90 juntando também alguns elementos mais actuais. Em termos de letras, o duo masculino explora temas como amor, amizade, homossexualidade, a sociedade, outros.

14 | Rachel Platten, Waves


Espero bem que a Rachel Platten seja nomeada para Best Pop Vocal Album nos Grammy Awards do próximo ano pois ela MERECE. Waves é um álbum pop incrível, ela merece todo o reconhecimento e sucesso! O problema é que muita boa música foi lançada este ano, daí este álbum não estar perto do topo. 

13 | Girls' Generation, Holiday Night


Eu normalmente tento não incluir muito de K-Pop nestas listas, pois quando o faço sinto obrigação em referenciar todos os artistas que merecem ser referenciados. Contudo, 2017 foi especial para os fãs das primeiras gerações do K-Pop, pois as Girls' Generation comemoraram o seu décimo aniversário. Eu sou grande fã delas, aliás, elas ainda são o meu grupo favorito do género. Holiday Night é um álbum muito importante, são 10 canções que representam muito bem toda a carreira do grupo, incluindo músicas mais nostálgicas que fazem referência ao início da sua carreira, como outras mais actuais, alusivas aos singles mais recentes lançados por elas (tanto em grupo, como em solo ou em sub-units). Holiday Night é um projecto bastante coeso e que conta uma história, a história das Girls' Generation, a última faixa sendo até uma homenagem à ex-membro Jessica Jung (ela saiu em Setembro de 2015), segundo teorias. Que mais 10 anos venham <3.

PS: A situação delas é muito complicada neste momento, pois três membros do grupo, Seohyun, Sooyoung e Tiffany, saíram da empresa SM Entertainment o ano passado, porém continuam ainda no grupo e têm desejo em promover com o resto dos membros no futuro. Vamos esperar que SM Entertainment deixe isso acontecer. Até lá, vamos todos apoiar cada projecto individual delas, ok? Peço também para apoiarem a música a solo da Jessica, ela este ano deve voltar com álbum novo por isso dêem-lhe muito amor!!

12 | Imagine Dragons, Evolve


Imagine Dragons é uma das minhas bandas favoritas e fico bastante feliz com todo o sucesso que eles estão a ter nesta nova era! O álbum é maravilhoso! Após o estrondo de Believer e Thunder nas rádios e nos charts, acredito que o novo single Whatever It Takes siga o mesmo caminho (pelo menos cá em Portugal já é bem conhecido). 

11 Tove Lo, Blue Lips


Lista de fim de ano não seria a mesma coisa sem a minha querida Tove Lo! Se Lady Wood já é genial, este segundo volume ainda mais incrível é! Blue Lips dá continuação às aventuras da cantora que ela experienciou pela noite fora e ainda nos mostra uma versão muito mais provocadora dela em comparação com os seus primeiros álbuns. 

10 | Charli XCX, Number 1 Angel


Visto que está difícil para Charli lançar o seu aguardado terceiro disco, a cantora britânica decidiu começar a investir novamente nas suas mixtapes. A primeira de 2017 foi Number 1 Angel, e acreditem que soa muito melhor do que muita coisa que se ouve por aí. Tanto que soa como um álbum mesmo do que simplesmente uma mera mixtape. Se bem se recordam, eu na minha review disse que é a música electrónica underground que melhor assenta em Charli, a minha opinião não mudou desde então.

09 | Allie X, COLLXTION II


Allie X é uma artista brilhante e nunca falha quando o assunto é lançar boa música! Depois de um estrondoso EP de estreia titulado de COLLXTION I, a cantora canadiana lança o seu primeiro álbum COLLXTION II, que dá continuação ao seu conceito principal em que cada projecto seu é uma colecção de músicas que reflectem as suas experiências pessoais. Segundo ela, iremos ter pelo menos mais três volumes destas ''colecções''. Ficarei a aguardar!

08Kelly Clarkson, Meaning of Life


A nossa diva favorita voltou para cumprir o trabalho dela, ou seja, DIVAR. Em Meaning of Life, Kelly Clarkson mostra-nos a força e poder de uma mulher, que não deixará nada nem ninguém pará-la ou dizer-lhe o que fazer. Estamos contigo, Kelly!

07 | P!nk, Beautiful Trauma


Desde 2012 que não ouvíamos um álbum novo de P!nk! Loucura, não é? Mas ela voltou, e que regresso! Desta vez, a cantora troca toda a sua rebeldia e atitude por lamentos e pedidos de desculpa. É verdade, P!nk adoçou um pouco, mas toda a sua irreverência continua lá, só que agora menos do que antes! Mas Beautiful Trauma não deixa de ser um dos melhores álbuns de 2017 por causa disso. 

06 | Eminem, Revival


Outro retorno surpreendente no ano passado foi Eminem, que lançou o seu polémico novo álbum Revival. Polémico no sentido em que algumas músicas falam explicitamente dos seus sentimentos sobre Trump, o governo em si, os rappers da actualidade, a relação que tem neste momento com a filha... Enfim, o Eminem que todos nós sentíamos falta está de volta!

05 | Paramore, After Laughter


Paramore deu uma volta de 180 graus, é verdade. Mas não deixaram de ser a banda que nós todos nos apaixonámos entre 2005 a 2007. As letras continuam bastante emo e relacionáveis, só que mais maturas obviamente. A sonoridade deles adaptou-se à modernidade, no entanto ainda se ouve bastante a presença de guitarras e bateria.

04 | Harry Styles, Harry Styles


Harry Styles lançou o álbum mais inesperado do ano, sem sombra de dúvidas! Literalmente, ninguém esperava um projecto deste calibre vindo dele, não o querendo ofender obviamente. No seu álbum de estreia, Harry pegou no rock clássico e gravou músicas que nos lembram David Bowie, Rolling Stones e Queen. Um disco muito nostálgico!

03 | Lorde, Melodrama


Eu não sou fã de Lorde, tanto que nem gostei do primeiro álbum dela. Contudo, achei muito injusto ela não ganhar Álbum do Ano nos Grammy's de 2018... Lorde merecia... Melodrama é mesmo muito bom... É de facto uma grande evolução desde Pure Heroine, que soava como uma cópia de Born to Die da Lana Del Rey.

02 | Kesha, Rainbow


Antes de Julho de 2017 (mês em que ela lançou o single Praying), eu não esperava nova música de Kesha... Haviam rumores, mas devido à sua interminável luta contra Dr. Luke em tribunal, pensei que não passasse disso, rumores. Mas nesse mês aconteceu tudo: single novo, vídeo novo, novo álbum foi anunciado com pre-order, data de lançamento, capa, tracklist... nem parecia verdade. Em 11 de Agosto, Rainbow foi lançado e esse dia ficou marcado para sempre na minha memória. Kesha ganhou, ela conseguiu revelar a sua verdadeira personalidade em 14 canções que mostram muito bem quem ela é, a sua voz e todo o seu potencial. Ainda há lutas a enfrentar, mas o pior já foi <3

01 | Halsey, hopeless fountain kingdom


Chegamos finalmente ao melhor álbum do ano, pelo menos para mim. Em 2016, The Weeknd levou a coroa com Starboy, em 2017 é a vez de Halsey com o seu magnífico segundo álbum, hopeless fountain kingdom. Vocês se calhar pensaram que seria Kesha a estar em primeiro, eu sei. Não sou assim tão biased, ahah! Rainbow é bom e demasiado importante para mim, mas hopeless fountain kingdom marcou-me de um modo que eu nem consigo explicar... Este álbum é mesmo incrível e não me canso de ouvi-lo! Hoje o reino é teu Halsey, aproveita <3. 

Espero que tenham gostado e peço desculpa se este post veio muito tarde! Infelizmente será a única lista de 2017, planeava fazer os melhores singles desse ano mas leva muito mais tempo e eu neste momento quero começar a escrever as próximas reviews, como também um post especial sobre o K-Pop Covers Awards Portugal 2018 (um evento que ajudei a organizar!)... Até ao próximo post <3.




First of all... THE BLOG DID TWO YEARS OF EXISTENCE LAST MONTH <3
YAY! The time goes by so fast... I'm so grateful for everything! I hope I continue to grow here and I reach more people :)

I know I'm very late... but I didn't want to miss the chance of reviewing last year... so here's my year-end list! The best albums of 2017 (according to what I heard, of course)! I decided to choose 35 albuns for this list without any particular reason, to be honest xD. Let's do this?

35 | Niall Horan, Flicker

The fact that Niall is in last place on this list doesn't mean he had the worst album of the year for me, please don't think the opposite. If you remember my previous post, I said that Flicker is a good album, I liked what I heard. However, I feel that Niall has the potential to show more!

34 | SZA, Ctrl

SZA is indeed a good singer and entertainer, her vibe is captivating and the songs are really interesting. I like how she mixes the alternate side with R&B, it makes things different. My problem with her, and with the whole album, is that sometimes she tries to be too alternative, especially in the way she sings, in her lyrics and in the songs' melodies.

33 | Fergie, Double Dutchess

Fergie's long-awaited second album deserved to be mentioned here after so much battles the singer had to pass through just to get it released. Double Dutchess may not be the best album of 2017, but definitely has some presence.

32 | Grace VanderWaal, Just The Beginning

Grace VanderWal is a 14-year-old American singer (yes... 14!), who became known after winning America's Got Talent in 2016. Last year she released her debut effort, Just The Beginning, an album that mixes the acoustic/bluegrass sound with electronic music. The lyrics are autobiographical and don't seem to have been written by a 14-year-old girl at all! She is quite mature.

31 | Tokio Hotel, Dream Machine

Tokio Hotel are one of the bands that defined my adolescence, and it brings me great happiness the fact that the four of them are still together making music. Even though I've liked their previous album (Kings of Suburbia, 2013) more, Dream Machine is still a good effort!

30 | Macklemore, Gemini

Macklemore is a great rapper and has a lot of potential ahead of him, but there are still things to improve, that's why the album is so low on this list...

29 | Lea Michele, Places

Lea Michele's second album is much more incredible and authentic than her first, Louder (2013), it's a fact. However, it's not very memorable... Too bad because she's quite talented.

28 | Sam Smith, The Thrill of It All

Keeping the theme of ballad-filled albums that make us cry, Sam Smith comes at 26th place with his second record, The Thrill of It All, which sounds almost the same as his first, In The Lonely Hour. That's why he's so low on this list...

27 | Linkin Park, One More Light

I feel a little bit weird about putting this album so down on a list like this one due to the death of the band's lead singer, Chester Bennington, last July 20th. But life goes on, isn't that right? The latest album by Linkin Park it does sound good, but it doesn't have the same quality as their previous ones unfortunately...

However, whatever my opinion is, you worked well Chester <3
Rest in peace... Congratulations to the rest of the members :')

26 | Katy Perry, Witness

Luck wasn't on Katy Perry's side last year... It's a shame. How can one of the greatest popstars in the world fall so far into disgrace after such promising future? I don't understand... Witness is a good pop album, but Katy got a bit lost in the concept and didn't bring half of the things she promised.

25 | Demi Lovato, Tell Me You Love Me

Demi has everything: the voice, the lyrics, the presence, the attitude, the image, the feeling... She can become a great R&B diva and finally find her middle ground if she wants to. The songs in Tell Me You Love Me are great, but I can't help feeling that some of them were recorded just for the sake of recording...

24 | Miley Cyrus, Younger Now

Miley's problem is the same as Demi. Although I think the genre explored in Younger Now fits her like a glove, I will always wonder "how long will this last?". It's nice to be eclectic and show different sides, but changing as many times as Miley does without any sequence at all... it's weird.

23 | Dua Lipa, Dua Lipa

Dua Lipa owned radios in 2017, all of her hits non-stop were played non-stop, including this summer's jam New Rules. Her debut album isn't perfect, but it isn't a sonic mess either! It's very consistent. May 2018 be the year Dua becomes the worldwide pop star she deserves to be.

22 | Taylor Swift, reputation

If you re-read my review on the 1989 album and then go back to the post before this one, you will notice that I have less favorite tracks compared to her previous one. I still listen to this album occasionally, but I admit that it isn't Taylor's best.

21 | Kendrick Lamar, DAMN.

Although I only heard this album once, and it didn't have that much impact on me, I felt it was important to include it on this list because of its message and relevance. I don't get tired of saying that Kendrick is the best rapper of our times, all of his success is well deserved.

20 | Khalid, American Teen


The first time I heard Khalid was in the song 1-800-273-8255, released by rapper Logic with guest verses from him and Alessia Cara. At the time, I remember being quite impressed with his vocal power. After hearing recently Silence, his collab track with Marshmello, and his single Young, Dumb and Broke on the radio, I got very interested. His debut album, American Teen, it may not be a strong debut but it sure has presence for its pure R&B sound and its teenager concept. His aesthetic is very current and consistent and his voice is very memorable.

19 | Kehlani, SweetSexySavage


Kehlani is the new R&B hit, she has been quite successful with her singles like Distraction, Gangsta, Honey, among others. She has also participated on collab tracks with big Hip/Hop names such as Eminem or G-Eazy. So her future is safeguarded. Her debut album, SweetSexySavage, is very close to its name: sweet and infectious songs, but with a very wild vibe and provocative lyrics.

18 | Ed Sheeran, ÷ (Divide)


Ed Sheeran released an incredible album. ÷ (Divide) hits it right because not only keeps X's (Multiply) sound but also has new elements never before explored by him. Did it deserve to win the Best Pop Vocal Album at the 2018 Grammy Awards? That's a different topic...

17 | Lana Del Rey, Lust For Life


Lust For Life should be higher up on the list, it's a fact. I don't usually care if albums have 16 songs or more but as Lana loves to make music that goes beyond 4 and 5 minutes, her albums turn out to be pretty damn long. Putting that aside, this album is iconic and I love the artist!

16 | Fifth Harmony, Fifth Harmony


After Camila Cabello's controversial departure, Fifth Harmony had to prove to the public that they would continue at all costs. To that end, Lauren, Dinah, Ally and Normani got the sound that works best for the 4 of them and wrote this self-titled album with the intention of showing who they really are. At times, this album sounds a bit like 7/27, it's true, but it's also the most original and truest effort the group has ever created.

15 | Superfruit, Future Friends


Superfruit is a duo created by Pentatonix's Scott and Mitch. They began their career with a YouTube channel of the same name, betting on a music career years later. Last year, they released their debut album, Future Friends, and it's a complete bop from start to finish. The production is incredible as it has strong inspirations from 80's and 90's pop with some more current elements as well. In terms of lyrics, the male duo explores themes like love, friendship, homosexuality, society, among others.

14 | Rachel Platten, Waves

I hope Rachel Platten gets nominated for Best Pop Vocal Album at the Grammy Awards next year because she DESERVES it. Waves is an amazing pop album, it deserves all recognition and success! The problem is that a lot of other good music was released last year, hence why this album isn't near the top.


13 | Girls' Generation, Holiday Night

I usually try not to include much of K-Pop on these lists because when I do I feel obligated to refer all the artists that deserve to be referenced. However, 2017 was special for the  early generations of K-Pop fans as Girls' Generation celebrated their tenth anniversary. I'm a big fan of them by the way, they're still my favorite group of the genre. Holiday Night is a very important album. It has 10 songs that represent very well the group's entire career, including some nostalgic songs that reminds us the beginning of their career, and other more current, allusive to the most recent singles released by them (wether in group, solo or in sub-units). Holiday Night is a very cohesive project that tells a story, the story of Girls' Generation. According to theories, even the last track is a tribute to ex-member Jessica Jung (she left the group in September 2014). May another 10 years come <3.

PS: Their situation is very complicated right now as three members of the group, Seohyun, Sooyoung and Tiffany, left the SM Entertainment company last year, but they are still in the group and have a desire to promote with the rest of the members in the future. Let's hope SM Entertainment lets this happen. Until then, we will all support each of their individual projects, okay? I also ask for your support on Jessica's solo music. She might come back with a new album this year so give her lots of love!!

12 | Imagine Dragons, Evolve


Imagine Dragons is one of my favorite bands and I am quite happy with all the success they are having in this new era! The album is wonderful! After the rumble they got with Believer and Thunder on the radio and charts, I believe that the new single Whatever It Takes will follow the same path (at least here in Portugal is already very well known).

11 | Tove Lo, Blue Lips


A year-end list wouldn't be the same without my dear Tove Lo! Lady Wood was already great, so this second volume is even more incredible! Blue Lips continues the singer's adventures that she experienced through the night away while still showing us a far more provocative version of her compared to her early albums.

10 | Charli XCX, Number 1 Angel


Since it's been hard for Charli to release her long awaited third album, the British singer decided to start investing again in her mixtapes. The first of 2017 was Number 1 Angel, and believe me it sounds so much better than a lot of what it's out right now. It really sounds like an album instead of a mere mixtape. As you should recall, in my review I said that the genre that fits best on Charli is electronic music, my opinion hasn't changed since then.

09 | Allie X, COLLXTION II


Allie X is a brilliant artist and never dissapoints when it comes to releasing good music! After a powerful debut EP entitled COLLXTION I, the Canadian singer releases her first album COLLXTION II that continues her main concept: each project of hers is a collection of songs that reflect her personal experiences. According to her, we will have at least three more volumes of these ''collections''. I'll be waiting!

08 | Kelly Clarkson, Meaning of Life


Our favorite diva has returned to fulfill her work, which is being a DIVA. In Meaning of Life, Kelly Clarkson shows us the strength and power of a woman, who will not let anything or anyone stop her or tell her what to do. We're with you, Kelly!

07 | P!nk, Beautiful Trauma


P!nk didn't release an album since 2012! Madness, right? But she came back, and what a return it was! This time the singer replaces all her rebelliousness and attitude to moans and apologies. P!nk has sweetened a little it's true, but all of her irreverence is still there, even if it's less than before! But Beautiful Trauma is still one of the best albums of 2017 because of that reason.

06 | Eminem, Revival


Another surprising return from last year was Eminem's, who released his controversial new album Revival. Controversial in the sense that some songs speak explicitly on his feelings about Trump, the government itself, trendy rappers, his relationship with his daughter at the moment... Anyway, the Eminem we all missed is back!

05 | Paramore, After Laughter


Paramore took a 180-degree turn, that's true. But they didn't stop being the band that we all fell in love between 2005-2007. The lyrics remain quite emo and relatable but more mature as well obviously. Their sound might have adapted to the modern times, but we can still hear guitars and drums.

04 | Harry Styles, Harry Styles


Harry Styles released the most unexpected album of the year, without a doubt! Literally no one expected a project of this caliber coming from him, no offense of course. In his debut effort, Harry got into classic rock and recorded songs that remind us of David Bowie, Rolling Stones and Queen. A very nostalgic album!

03 | Lorde, Melodrama

I'm not a Lorde stan, I didn't even liked her first album. However, I found it very unfair that she didn't win Album of the Year at the 2018 Grammy's ... Lorde deserved it ... Melodrama is really good... It's actually a great development from Pure Heroine, which sounded like a Lana Del Rey's Born to Die copy.

02 | Kesha, Rainbow


Before July 2017 (the month she released the single Praying), I wasn't expecting new music from Kesha... There were rumors but since she was still in her endless fight against Dr. Luke in court, I thought it was all just that, rumors. But in that month everything happened: new single, new video, new album was announced then following a pre-order, release date, cover, tracklist... it didn't seem true. On August 11, Rainbow was released and that day is forever marked in my memory. Kesha won, she managed to reveal her true personality in 14 songs that show us very well who she really is, as well as her voice and all of her potential. There are still fights to face but the worst is already gone <3.

01 | Halsey, hopeless fountain kingdom


We finally got to the best album of the year, at least for me. In 2016, The Weeknd took the crown with Starboy, in 2017 it's Halsey's turn with her magnificent second album, hopeless fountain kingdom. You might've thought Kesha would be first, I know. I'm not that biased, ahah! Rainbow is good and too important for me, but hopeless fountain kingdom touched me in a way that I can't even explain... This album is really amazing and I can't get enough of it! Today the kingdom is yours Halsey, take the throne <3.

I hope you've liked it and I apologize if this post came too late! Unfortunately it will be the only list of 2017, I planned to do the best singles of this year but it takes a lot more time and I at this moment want to start writing the next reviews as well as a special post on K-Pop Covers Awards Portugal 2018 (an event I helped organizing!). Until the next post <3.

*I don't own the images (I did edit one of them). Credits go to its real owners.*

domingo, 31 de dezembro de 2017

[#Review] Fall/Winter Albums '17 (Álbuns de Outuno/Inverno '17)


Olá, olá! Tiveram um bom natal? Comeram muito? Muitas prendinhas e boa companhia? Espero que sim!!
Sei que andei desaparecido, mas a faculdade e o trabalho (juntamente com outros projectos que tenho) consumiram-me o tempo todo! Muitos álbuns foram lançados durante a minha ausência, é verdade. Visto que não publico uma review nova desde Setembro (jesus!), vou adoptar a minha técnica que usei em Junho e fazer uma breve revisão de cada álbum que ouvi durante estes últimos 4 meses. Portanto, preparem as vossas bebidas quentes e as vossas mantas pois vamos iniciar uma jornada ''ventosa'', cheia de música e boas leituras. Estão prontos? Vamos a isso...


FERGIE, DOUBLE DUTCHESS (SETEMBRO)
Já se passaram 11 anos desde que Fergie não lançava um álbum a solo. Sim, 11 anos. Este álbum era para ter saído à dois/três anos atrás, após o lançamento do single L.A. LOVE. O single não teve tanto sucesso quanto se esperava, o álbum acabou por ser adiado. Após os singles MILF $ e Life Goes On, em 2016, achava-se que Fergie conseguiria finalmente lançar o seu álbum, mas devido ao contínuo mau desempenho de suas músicas, o álbum sofreu ainda mais adiamentos. Mas os azares não acabam por aqui! O álbum acabou por ser vazado em julho deste ano, porém ainda não totalmente finalizado. Após esse incidente, Fergie anunciou imediatamente a data oficial e prosseguiu com a era, mesmo já cheia de fracassos. Double Dutchess é um trabalho interessante. Ela é uma artista ecléctica, isso é bem perceptível neste álbum. Os estilos vão desde o hip/hop, dance, disco, R&B até ao reggae, soul, rock e ainda há espaço para um throwback a Big Girls Don't Cry em Save It Till Morning. Nota-se que ela trabalhou arduamente para obter um projecto maduro, mas que não se afastasse muito da sua imagem. As letras são bastante pessoais, sendo sobre o seu divórcio e a sua reafirmação como mulher, tanto na vida pessoal como na indústria da música. Contudo, não tem o mesmo impacto que The Dutchess, seu primeiro álbum, teve.

Singles: L.A. LOVE (feat. YG), MILF $, Life Goes On, You Already Know (feat. Nicki Minaj)
Favoritas: You Already Know (feat. Nicki Minaj), A Little Work, Save It Till Morning, MILF $, Love Is Pain
Menos Favoritas: Like It Ain't Nuttin'Enchanté (Carine) [feat. Axl Rose], Love Is Blind

MACKLEMORE, GEMINI (SETEMBRO)
Eu adoro o Macklemore. Na minha opinião, é um dos melhores rappers da actualidade. É uma pena que desde o sucesso de Thrift Shop, Can't Hold Us e Same Love que o público não lhe dê tanta atenção como antes. Este é o seu primeiro álbum a solo, o primeiro sem a ajuda de Ryan Lewis, seu fiel ex-produtor. Em Gemini, o rapper americano junta o soul, o gospel, o jazz e o rock com o hip/hop moderno, tornando o álbum em algo único e diferente do que se tem ouvido por aí. Em termos de letras, os tópicos rondam muito o tema da nostalgia e as vibes positivas, apesar de também conter alguns momentos mais pesados também. Macklemore pode não soar igual sem Ryan Lewis, mas também não é nada que se ignore.

Singles: Glorious (feat. Skylar Grey), Marmalade (feat. Lil' Yachty), Good Old Days (feat. Kesha)
Favoritas: Ain't Gonna Die (feat. Eric Nally), 
Glorious (feat. Skylar Grey), Intentions (feat. Dan Caplen), Good Old Days (feat. Kesha), Zara (feat. Abir)
Menos Favoritas: Willy Wonka (feat. Offset), How to Play the Flute (feat. King Draino)

LIGHTS, SKIN & EARTH (SETEMBRO)
Lights é uma cantora do Canadá, conhecida pelos hits February Air, Ice, Second Go, Toes, Everybody Breaks a Glass, Up We Go, entre outros. Apesar da sua sonoridade ser no geral pop, as suas músicas gravitam mais o synth-pop e o electrónico. Este é o seu quarto álbum e foi lançado juntamente com a sua própria BD (desenhada por ela!). Ou seja, as músicas têm conexão com todos os volumes da história. Skin & Earth pode parecer um projecto bem alternativo, mas é na verdade o álbum mais comercial da cantora. Ela adaptou à sua discografia o que toca actualmente nas rádios, mas deixando sempre a sua marca, isto é, a sua voz suave, a sua paixão por música electrónica e as suas letras bem metafóricas. Na banda desenhada, o tema é sobre um mundo pós-apocalíptico e confusões amorosas, a parte das relações complicadas está bem conjugado com as músicas, mas a parte de ser um mundo pós apocalíptico... não está muito bem explicado no álbum. Skin & Earth não é mau, eu gostei, porém prefiro os anteriores dela pois soam mais próximos da sua personalidade artística.  

Singles: Giants, Skydiving, Savage, New Fears
Favoritas: Skydiving, Savage, New Fears, Kicks, Moonshine, Fight Club, Almost Had Me
Menos Favoritas: We Were Here, Giants



THE KILLERS, WONDERFUL WONDERFUL (SETEMBRO)
The Killers sempre foram uma das minhas bandas favoritas. Não há um single deles que não gosto. Nunca ouvi um álbum inteiro deles, mas como eles iam lançar um novo decidi que seria por onde eu devia começar. Conhecendo mais ou menos bem o reportório da banda, não fiquei muito impressionado com este álbum. A produção está sim top-notch, eu adoro a junção do alternative-rock com pop dos anos 80, dá um ar bem futurista mas nostálgico ao mesmo tempo. Porém, as melodias das músicas não me cativaram de todo, em algumas delas tive dúvidas sobre o que seria o verso e o refrão. Gostei apenas de três: Life to Come, Run For Cover e Tyson vs. Douglas. Talvez tente novamente, pode ser que na segunda chance consiga apreciar um pouco mais este álbum.

Singles: The Man, Run For Cover
Favoritas: Life to Come, Run For Cover, Tyson vs. Douglas
Menos Favoritas: o resto.


DEMI LOVATO, TELL ME YOU LOVE ME (SETEMBRO)
Demi disse que após ter sido nomeada para os Grammy de 2016 lhe despertou um bichinho, que ela achava estar morto após sofrer constantes críticas na internet, para fazer música de novo. Mas eu acho que foi mais que isso, Demi quer que o público a ame. E ela vai fazê-lo de uma maneira ou outra. Como mudar a sua imagem para algo mais sensual e tornar sua música completamente dance-pop não foi o suficiente para Demi agradar as massas, ela desta vez usa a sua arma fatal: a voz. E fá-lo duma maneira icónica. A cantora agarrou na sua paixão por música soul e old-school R&B e lança um dos mais impressionantes discos deste ano. Em Confident, o importante era a batida e os refrões pegajosos, em Tell Me You Love Me, o foco principal é a voz enquanto que a produção é mais minimalista, um intimate approach digamos. No geral, gostei das lyrics, especialmente os momentos mais fierce e directos. Contudo, algumas das músicas parecem não ser muito pessoais para Demi, pelo menos é essa a sensação que ela nos dá pela maneira que as canta. Seja como for, a ex-estrela da disney está num bom caminho!

Singles: Sorry Not Sorry, Tell Me You Love Me
Favoritas: Sorry Not Sorry, Tell Me You Love Me, Sexy Dirty Love, Lonely (feat. Lil Wayne), Cry Baby, Hitchhiker, Instruction (with Jax Jones & Stefflon Don), Smoke & Mirrors
Menos Favoritas: Daddy Issues, Ruin the Friendship


MILEY CYRUS, YOUNGER NOW (SETEMBRO)
Miley Cyrus é das artistas que mais parece não conseguir encontrar um género onde se encontre totalmente confortável. Ou então apenas gosta de surpreender o seu público a cada álbum. Em toda a carreira, ela já passou por: bubblegum-pop, teen pop/rock, dance-pop, hip/hop, urban-pop, psychadelic-pop, experimental-pop, alternative-pop... e agora country-pop e soft rock! A sua voz é adaptável a qualquer género, o que faz dela um dos maiores talentos que temos. Após passar um tempinho a chocar a sua audiência com performances, atitudes e roupas provocativas, a cantora de Nashville lança um trabalho mais toned-down, um álbum mais reflectivo e íntimo onde todas as músicas são acompanhadas por guitarras e percussão, em vez de batidas pesadas. Metade das músicas são sobre o seu reconciliação com Liam Hemworth, uma das razões de Miley acalmar na sua imagem e música. A outra metade sendo sobre as suas novas filosofias de vida (vegan lifestyle, juventude, movimentos hippies e liberalismo). Apesar de sentir saudades do seu início, o estilo musical presente em Younger Now assenta-lhe que nem uma luva.

Singles: MalibuYounger Now
Favoritas: Younger Now, Malibu, Week Without YouBad Mood, Love Someone, Inspired
Menos Favoritas: Rainbowland (feat. Dolly Parton), She's Not Him

POPPY, POPPY.COMPUTER (OUTUBRO)
Se não conhecem a Poppy, eu passo-vos a explicar: é a nova sensação do Youtube. Basicamente, é um projecto criado por Titanic Sinclair e Moriah Rose Pereira (nome real de Poppy). O objectivo é parodiar a cultura pop, mostrar como vazia e manufacturada uma popstar pode ser. Porém, ao mesmo tempo, Titanic e Moriah também criticam socialmente as redes sociais e a obsessão por tecnologia. Poppy é o vosso robô e está pronta para vos mostrar o seu mundo tecnológico em Poppy.Computer, um álbum que se fosse cantado em japonês, soaria como metade dos grupos de J-Pop. O disco é bem conceptual, literalmente cada música tem a ver com vídeos, computadores, pop, robôs, redes sociais... vocês percebem a cena. A produção tem uma grande influência no pop asiático (coreano e japonês principalmente) e os anos 80 e as letras são bem simples, mas também enigmáticas. Basicamente Poppy navega pela Internet à busca de amor, sentimentos reais e apreciação. E vocês, estão prontos para amar uma popstar robótica?


Singles: I'm Poppy, Computer Boy, Let's Make a Video, Interweb, My Style
Favoritas: Let's Make a Video, Bleach Blonde Baby, Computer Boy, My Style, Interweb, Software Upgrade, Pop Music
Menos Favoritas: I'm Poppy, My Microphone, Moshi Moshi



P!NK, BEAUTIFUL TRAUMA (OUTUBRO)
Passaram 5 anos desde que ouvimos um álbum novo de P!nk (sem contar com o seu projecto colaborativo com Dallas Green, Rose Ave, em 2014; a parceria tinha nome de You+Me). Em 5 anos, muita coisa se passa e o mundo dá grandes voltas e Alecia Moore está aqui para nos contar o que ela acha de todas essas mudanças. Desta vez, a cantora americana deixa de lado as guitarras e as baterias e evolve o seu som para batidas pop mais adultas e actuais. Este álbum também é capaz de ser o primeiro em que a maioria das canções são mais sentimentais, onde P!nk pede desculpas e lamenta situações más ao invés de lançar vários ''fuck you's'' para o ar como normalmente faz. Claro que esses momentos mais rebeldes ainda estão presentes, especialmente na sua nova colaboração controversa com Eminem, Revenge. Não digo que P!nk antes não sabia ser séria ou não expressava tristeza, apenas neste álbum ela fá-lo muito mais regularmente que antes. Algumas músicas também carregam um tom mais político devido às situação política dos EUA. Definitivamente um grande regresso! P!nk nunca me desilude <3.

Singles: What About Us, Beautiful Trauma
Favoritas: Beautiful Trauma, Whatever You Want, What About Us, Barbies, Where We Go, For Now, Secrets, I Am Here, Wild Hearts Can't Be Broken
Menos Favoritas: Revenge (feat. Eminem), Better Life


NIALL HORAN, FLICKER (OUTUBRO)
Niall é o terceiro membro dos One Direction a lançar um álbum a solo, e o terceiro a surpreender-me pela positiva! Depois de Zayn apostar em peso no R&B e o Harry no rock/britpop, chegou a vez de Horan se expressar musicalmente. Inspirando-se em bandas como Fleetwood Mack e Eagles, o loirinho dos 1D lança um álbum totalmente folk-pop, que conta as histórias amorosas do cantor, como também as suas experiências pessoais. É um disco honesto, simples, aventureiro e cheio de sentimento. Niall sempre pareceu o mais romântico e querido de todos os membros em One Direction, e este primeiro álbum reflecte bem essas características dele. Por ser um trabalho tão simples, pode não se destacar se o pusermos ao lado dos álbuns de Harry ou Zayn, porém Flicker não deixa de ser um bom disco para se ouvir durante grandes viagens. Bom trabalho, Niall!

Singles: This Town, Slow Hands, Too Much To Ask
Favoritas: On The Loose, This Town, Slow Hands, Too Much To Ask, Paper Houses, Flicker, Mirrors
Menos Favoritas: Seeing Blind (feat. Maren Morris), Fire Away, You and Me, On My Own



KELLY CLARKSON, MEANING OF LIFE (OUTUBRO)
Kelly Clarkson venceu a primeira edição do American Idol, em 2002, assinando logo depois um longo contracto com a editora discográfica, RCA Records. A cantora americana teve imensos problemas com a sua editora, desde a controlo criativo até desapoio total por parte da RCA quando Kelly não cumpria as obrigações da mesma. O contracto chegou ao fim em 2016 e ela não pensou duas vezes quando decidiu não renová-lo. Promovida agora pela Atlantic Records, uma casa que prometeu uma melhor promoção do talento da cantora, Kelly Clarkson conseguiu finalmente lançar o álbum que sempre sonhou, um disco influenciado pelas grandes raínhas do soul/R&B: Aretha Franklin, Mariah Carey, Whitney Houston, Diana Ross, Joss Stone, etc. O mais incrível é que Meaning of Life soa mesmo como uma versão moderna de todas essas artistas. Apesar do pop/rock ter sido uma boa aposta na carreira de Kelly nestes últimos 13 anos, admito que cansava um pouco ouvi-la a fazer sempre a mesma coisa, nunca havendo também muito espaço para ela ''brincar'' com a sua voz. Em Meaning of Life, há mais espaço de manobra para Clarkson mostrar a sua própria identidade: uma mulher forte e independente, cheia de garra, atitude, sass e vocais estrondosos. Que grande DIVA!

Singles: Love So Soft, Medicine
Favoritas: Love So Soft, Heat, Meaning of Life, Move You, Whole Lotta Woman, Medicine, Would You Call That Love?, I Don't Think About You, Go High
Menos Favoritas: Slow Dance, Don't You Pretend


RACHEL PLATTEN, WAVES (OUTUBRO)
Descobri Rachel após ela se tornar viral com um dos maiores singles do ano 2015, Fight Song, uma balada pop midtempo que contava os obstáculos da cantora para se tornar numa artista de sucesso. O seu álbum de estreia, Wildfire, é um bom trabalho pop mas não mostra nem metade do potencial desta mulher. Estava preocupado como Waves, seu segundo álbum, soaria pois o single principal, Broken Glass, é parecido à maioria do que passa na rádio actualmente. Mas, felizmente, todas as preocupações morreram quando o ouvi. A produção é bem actual, mas contém grandes influências dos anos 80, 90 e '00. Rachel também apostou numa composição muito mais reveladora, mostrando-nos a sua opinião sobre vários assuntos: feminismo, fé, monogamia, traições, sexo, rótulos, amor pela música e família. Em Waves, Rachel acerta por seguir um conceito fluído e coeso (vocês já sabem que eu adoro coesão em álbuns). É definitivamente a bíblia do pop de 2017, uma pena que não irá ter o impacto que merece. O novo E.MO.TION está entre nós, ahah!*

*Para quem não conhece a piada: E.MO.TION é terceiro álbum de Carly Rae Jepsen, que foi bastante aclamado pela crítica e pelos fãs de música pop, porém foi um fracasso de vendas infelizmente.

Singles: Broken Glass
Favoritas: Perfect For You, Whole Heart, Broken Glass, Loose Ends, Labels, Loveback, Hands, Grace
Menos Favoritas: Collide, Keep Up, Without You, Wild



MAROON 5, RED PILL BLUES (NOVEMBRO)
Em primeiro lugar, quero só constatar que Don't Wanna Know é o pior single da carreira de Maroon 5. Cold melhorou um pouco a situação, mas mesmo assim... Bem, eu não planeava ouvir este novo álbum de M5, pois a minha fé neles tinha descido imenso. Mas a curiosidade mata sempre o gato, não é? Decidi então ouvi-lo mas sempre com um pé atrás e... surpreendi-me. Mesmo continuando a achar que Red Pill Blues devia ter sido um projecto a solo de Adam Levine (well, isso já não está longe de acontecer sinceramente), não deixo de apreciar a sua qualidade. Sim, é bastante pop. Sim, o álbum inteiro podia passar na rádio e ser um hit instantâneo. Contudo, a essência da banda ainda não desapareceu por completo, ainda há um bocadinho de Maroon 5 nestas novas músicas. Essa essência está apenas escondida atrás de batidas excessivamente usadas e letras clichés sobre relações amorosas. O mesmo de sempre.

Singles: Don't Wanna Know (feat. Kendrick Lamar), Cold (feat. Future), What Lovers Do (feat. SZA), Wait
Favoritas: Wait, What Lovers Do, Lips On You, Bet My Heart, Help Me Out (feat. Julia Michaels), Denim Jacket, VisionsPlastic Rose, Cold
Menos Favoritas: Whiskey (feat. A$AP Rocky), Don't Wanna Know


SAM SMITH, THE THRILL OF IT ALL (NOVEMBRO)
Depois de 4 anos sem lançar um álbum, a versão masculina da Adele regressa com um álbum perfeito para os dias mais frios. Se o vosso dia não está a correr bem, se precisam de baladas fortes para vos reconfortar de alguma mágoa que sintam, se até precisam de chorar durante um momento, The Thrill of It All, o segundo álbum do cantor britânico Sam Smith, é o álbum acertado para vocês. Em termos de sonoridade, não noto muita diferença entre este disco e o seu anterior, In The Lonely Hour; talvez alguma maturidade e uma maior incorporação de música soul e gospel nos seus temas, contudo Sam Smith continua com a sua vibe melancólica e emocionante, cantando baladas sobre as suas relações amorosas turbulentas e a sua perspectiva da sociedade. A única diferença mais drástica é mesmo a sua imagem, pois o cantor emagreceu IMENSO nestes últimos anos que esteve ausente.

Singles: Too Good at Goodbyes, One Last Song
Favoritas: Too Good at Goodbyes, Say It FirstOne Last Song, Midnight TrainHimBurning
Baby, You Make Me Crazy, Scars
Menos Favoritas: Palace, Pray, Nothing Left For You, The Thrill of It All


TAYLOR SWIFT, REPUTATION (NOVEMBRO)
Mesmo não gostando da personalidade de Taylor Swfit, consigo apreciar os seus álbuns. Música é música, não interessa muito se ela é ou não boa pessoa, o que interessa é a qualidade do conteúdo, não é? Por essa razão admito, sim eu gostei de Reputation, tal como gostei de 1989, de Speak Now ou de RED (não mencionei os dois primeiros dela porque não os ouvi). CONTUDO, tenho vários pontos a apontar: este é o seu sexto álbum; o tema é ''reputação''; dado o historial da cantora, principalmente no ano passado, era esperado um trabalho controverso, mas tão revelador que mudaria algumas opiniões que temos sobre ela, não? Digo eu! Pelo menos a sua perspectiva nas coisas que dizem sobre ela, a sua versão do todo o drama. Mas isso não acontece de todo. Taylor é uma boa compositora, dou-lhe esse crédito, mas está presa no mesmo estilo à anos. Ela literalmente só sabe escrever sobre namorados e fazer indirectas infantis. Porém, dou 10 pontos a Swift por apostar em cheio numa produção mais dark, incluíndo trap, tropical house, dark-pop, alternative-pop e um synthpop mais melancólico também. Ela trabalha sempre com o pessoal certo, nisso ela tem bom olho ao menos.

Singles: Look What You Made Me Do, ...Ready For It, End Game (feat. Ed Sheeran & Future)
Favoritas: ...Ready For It?, I Did Something Bad, Look What You Made Me Do, Getaway Car, King of My Heart, Dancing With Our Hands Tied
Menos Favoritas:  Don't Blame Me, Delicate, So It Goes..., Gorgeous, Dress, New Year's Day

SIA, EVERYDAY IS CHRISTMAS (NOVEMBRO)
O que esperar dum álbum natalício duma artista deste calibre? Bem, tudo o que ela fez previamente mas com letras referentes ao tema. Juro que nunca percebi a febre com álbuns de natal. Em alguns casos eu até percebo o sentido, outros não. Sia está incluída na categoria de artistas que não faz sentido terem álbuns de natal. A ideia para mim não combina lá muito bem, mas com fã da cantora, eu ouvi. E, como era de se esperar, fiquei ainda mais desinteressado na ideia. Claro que há músicas divertidas, o propósito deste trabalho (que é basicamente a ideia capitalista e consumista do natal) foi cumprido e algumas das baladas são bem bonitas, mas nada que me faça querer ouvir novamente. O conceito geral não fica bem em Sia na minha opinião. 

Singles: Santa Is Coming For Us
Favoritas/Menos Favoritas: Juntei as duas porque sinceramente nem sei...



TOVE LO, BLUE LIPS [LADY WOOD PHASE II] (NOVEMBRO)
Tove Lo regressa com Blue Lips, a segunda parte da sua aventura escandalosa em Lady Wood. Dividido em dois capítulos, Light Beams e Pitch Black, o tema central de Blue Lips continua a ser a vida nocturna, experiências sexuais, drogas e, claro, complicações da mente e do coração. Tove cria todo um mundo de discoteca underground e leva-nos para dentro dele, para assim dar a sensação que estamos a dançar e a beber com ela sempre que ouvimos as suas músicas. Enquanto que a produção em Lady Wood tinha grandes influências no tecnho-house, Blue Lips tem fortes influências na música disco, continuando também o género explorado no seu anterior. Em termos de letras, Tove continua com o seu estilo comum: letras simples mas cheias de significado e provocação. Este álbum é mais sobre as suas relações amorosas e o papel dela nas mesmas, enquanto que Lady Wood mostrou mais as experiências pessoais da cantora e as complicações que vêm com a fama. Para mim, os primeiros álbuns dela tiveram mais impacto, mas este é igualmente bom. Mais uma vez, Tove Lo mostra como a sexualidade e o corpo não são motivos de vergonha, mas sim motivo de orgulho. 

Singles: Disco Tits, Cycles
Favoritas: Disco Tists, She Don't Know But She Knows, Stranger, Bitches, Cycles, 9th of October, Hey You Got Drugs?
Menos Favoritas: Don't Ask Don't Tell, Romantics (feat. Daye Jack)


CHARLI XCX, POP 2 (DEZEMBRO)
Enquanto o seu tão aguardado terceiro álbum não é lançado (devido a vários problemas que ela tem com a sua editora discográfica), Charli investe em peso nas suas mixtapes, onde tem controlo criativo total, mostrando então os seus vários lados. A mixtape Number 1 Angel*, lançada no início deste ano, apesar de ser super influenciada em PC Music (um género não muito explorado na música pop), continha elementos actuais, o que a fez soar, em alguns momentos, um pouco mais comercial. Em Pop 2, que é quase como uma sequela da primeira mixtape, Charli aposta numa sonoridade muito mais experimental e... industrial? Sim, é uma descrição estranha, mas é verdade! As batidas são bastante mecânicas, os vocais dela soam robóticos e a produção no geral é distorcida e computorizada. Por essa razão, algumas faixas são difíceis de gostar logo à primeira. Esta nova mixtape inclui também muitas mais colaborações que a sua anterior, tais como, Tove Lo, Carly Rae Jepsen, Brooke Candy, CupcakKe, Jay Park, MØ, Pabllo Vittar, entre outros.

*Para os mais distraídos, eu fiz uma review dessa mixtape quando foi lançada, podem reler aqui: [#Review] Charli XCX, ''Number 1 Angel''

Singles: Out of My Head (feat. Tove Lo & ALMA), Unlock It (feat. Jay Park & Kim Petras), I Got It (feat. Brooke Candy, CupcakKe & Pabllo Vittar)
Favoritas: Out of My Head, I Got It, Femmebot (feat. Dorian Electra & Mikky Blano), Unlock It, Porsche (feat. MØ), Track 10 
Menos Favoritas: Lucky, Tears (feat. Caroline Polachek), Delicious (feat. Tommy Cash)


G-EAZY, THE BEAUTIFUL & DAMNED (DEZEMBRO)
Nunca liguei muito a G-Eazy... Ouvia as músicas pelas suas colaborações e não pelo rapper em si. Por curiosidade, quis saber como soava um álbum inteiro dele. Matei a curiosidade e ouvi o seu mais recente trabalho, The Beautiful & Damned, que contém os êxitos: No Limit com Cardi B e A$AP Rocky; e Him & I com Halsey, sua namorada. No geral, álbum até é bom, tem momentos agradáveis e outros desnecessários e mesmo contendo 20 músicas, todas têm um óptimo flow o que o faz parecer menos longo. O problema é que a maioria das faixas soam iguais; G-Eazy não inova muito na maneira como faz rap, o método dele, o flow, as rimas, a atitude e os assuntos são sempre os mesmos, o que acaba por tornar um rapper esquecível. No entanto, dou pontos positivos por ele tentar juntar a estética retro e vintage à cultura do Hip/Hop, isso é notável em algumas faixas. A divisão do álbum está também bem pensada: as primeiras 10 faixas são sobre o lado belo da vida, e as 10 seguintes sobre o lado negro da mesma. 

Singles: No Limit (feat. A$AP Rocky), The Plan, Him & I (feat. Halsey)
Favoritas: The Beautiful & Damned (feat. Zoe Nash), Him & I, Sober (feat. Charlie Puth), No Limit, That's A Lot, Pick Me Up (feat. Anna of the North), Leaviathan (feat. Sam Martin), Crash & Burn (feat. Kehlani), Mama Always Told Me (feat. Madison Love), Eazy (feat. Son Lux)
Menos Favoritas: But A Dream, Legend, The Plan, Gotdamn

EMINEM, REVIVAL (DEZEMBRO)
Após 4 anos sem lançar um álbum, Eminem regressa com o seu 9º álbum a solo, Revival. Promovido pelo dueto com Beyoncé, Walk On Water, este novo álbum junta 19 faixas que mostram as opiniões do rapper sobre os últimos acontecimentos do seu país, como também conta as suas experiências pessoais nestes últimos 4 anos, tais como: incertezas, falta de confiança, desinteresse na nova geração de rappers, a relação dele com a filha, relações amorosas, etc. De facto, nada contra os novos rappers que andam por aí, mas é bom ouvir novas músicas vindas de um artista que realmente sabe o que faz e que usa a música para meios importantes. Revival pode não ser nenhum Encore ou Recovery, pode até nem chegar perto ao legado dos seus discos de Slim Shady e Marshall Matters, mas é um óptimo trabalho que junta tanto o ''old Eminem'' com ''new Eminem''. Por um lado, temos o lado crítico bem vivo, cheio de directas ao governo e a Trump; por outro lado, vemos um lado mais inseguro dele, como também um pedido de desculpas pelos seus erros. Adorei mesmo este álbum, para mim Eminem continua com a mesma qualidade! Todas batidas, lyrics, features e samples estão on point!

Singles: Walk On Water (feat. Beyoncé)
Favoritas: Walk On Water, Believe, River (feat. Ed Sheeran), Remind Me, Like Home (feat. Alicia Keys), Tragic Endings (feat. Skylar Grey), Nowhere (feat. Kehlani), Castle, Arose
Menos Favoritas: Chloraseptic (feat. Phrester), Untouchable


Espero que tenham gostado! Feliz ano novo!! No próximo mês irei postar as minhas listas de final de ano :)!
Outra vez, peço desculpa pela minha ausência! Vou compensar-vos, prometo!!

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Hello! Hello! Did you have a good Christmas? Did you eat much? A lot of gifts and good company? Hope so!!
I know I've been missing, but college and work (along with other projects I have) have consumed all  of my time! Many albums were released during my absence, it's true. Since I haven't published a new review since September (jesus!), I'm going to adopt my technique that I used last June and make a brief review of each album I've heard over the past 4 months. So, prepare your warm drinks and your blankets because we are going to start a very "windy" journey, full of music and good readings. Are ready? Let's do it...



FERGIE, DOUBLE DUTCHESS (SEPTEMBER)
It's been 11 years since Fergie didn't release a solo album. Yes, 11 years. This album was supposed to come out two/three years ago after the release of the single L.A. LOVE. The single wasn't as successful as expected, so the album was eventually postponed. After the singles MILF $ and Life Goes On in 2016, it was considered that Fergie could finally release her album, but due to the continued poor performance of her songs, the album suffered further delays. But there's more! The album was eventually leaked in this July but not yet fully finished. After this incident, Fergie immediately announced the official date and proceeded with the era, even if it was already full of failures. Double Dutchess is an interesting work. She is an eclectic artist, that's very noticeable on this album. Styles range from hip/hop, dance, disco, R&B to reggae, soul, rock and there's still room for a Big Girls Don't Cry throwback in Save It Till Morning. It's clear that she worked hard to get a mature project, while not straying too much from her image. The lyrics are quite personal, they're about her divorce and her reaffirmation as a woman, both in personal life and in the music industry. However, it doesn't have the same impact as The Dutchess, her first album.


Singles: L.A. LOVE (feat. YG), MILF $Life Goes OnYou Already Know (feat. Nicki Minaj)
Favorites: You Already Know (feat. Nicki Minaj), A Little WorkSave It Till MorningMILF $Love Is Pain
Least Favorites: Like It Ain't Nuttin'Enchanté (Carine) [feat. Axl Rose], Love Is Blind

MACKLEMORE, GEMINI (SEPTEMBER)
I love Macklemore. In my opinion, he's one of the best rappers right now. It's a shame that since the sucess of Thrift Shop, Can't Hold Us and Same Love the public doesn't give him as much attention as before. This is his first solo album, the first without the help of Ryan Lewis, his faithful former producer. In Gemini, the American rapper mixes soul, gospel, jazz and rock with modern hip/hop, which makes this album something unique and different than what's been out there. In terms of lyrics, the topics are very much about the theme of nostalgia and positive vibes, although it also contains some heavier moments as well. Macklemore may not sound the same without Ryan Lewis, but neither is he someone to ignore.

Singles: Glorious (feat. Skylar Grey), Marmalade (feat. Lil' Yachty), Good Old Days (feat. Kesha)
Favorites: Ain't Gonna Die (feat. Eric Nally), 
Glorious (feat. Skylar Grey), Intentions (feat. Dan Caplen), Good Old Days (feat. Kesha), Zara (feat. Abir)
Least Favorites: Willy Wonka (feat. Offset), How to Play the Flute (feat. King Draino)


LIGHTS, SKIN & EARTH (SEPTEMBER)
Lights is a Canadian singer, known by the hits February Air, Ice, Second Go, Toes, Everybody Breaks a Glass, Up We Go, among others. Although her sound is generally pop, her songs gravitate more towards the synth-pop and electronic. This is her fourth album and was released along with her own comic-book (drawn by her!). That is, the songs have connection with all the volumes of the story. Skin & Earth may seem like a pretty alternative project, but it's actually the singer's most commercial album. She adapted what she currently plays on radio to her discography, but with her mark left still, that is, her soft voice, her passion for electronic music and her very metaphorical lyrics. In the comics, the subject is about a post-apocalyptic world and love confusions, the relationships part is well coupled with the songs, but the post-apocalyptic world part... it's not explained that well on the album. Skin & Earth isn't bad, I liked it, but I prefer her previous works because they sound closer to her artistic personality.


Singles: GiantsSkydivingSavageNew Fears
Favorites: SkydivingSavageNew FearsKicks, MoonshineFight ClubAlmost Had Me
Least Favorites: We Were HereGiants

THE KILLERS, WONDERFUL WONDERFUL (SEPTEMBER)
The Killers have always been one of my favorite bands. There isn't a song of them that I don't like. I never heard a whole album of them, but since they were going to release a new one I decided it was where I should start. Knowing the band's repertoire more or less, I wasn't very impressed with this album. The production is top-notch, I love the mix of alternative-rock with 80's pop, it gives a very futuristic but nostalgic vibe at the same time. However, the songs' melodies didn't captivate me at all, I had doubts about what was the verse or the chorus in some of them. I only liked three: Life to Come, Run For Cover and Tyson vs. Douglas. Maybe I'll try it again, maybe with a second listening I'll enjoy this album a little more.


Singles: The ManRun For Cover
Favorites: Life to ComeRun For CoverTyson vs. Douglas
Least Favorites: the rest of them.

DEMI LOVATO, TELL ME YOU LOVE ME (SEPTEMBER)
Demi said that after being nominated for a Grammy in 2016 she was awakened by a litte something to make music again, a feeling she thought was dead after constant criticism on the internet. But I think it was more than that, Demi wants the audience to love her. And she will do it one way or another. Since changing her image to something more sensual and turning her music completely dance-pop wasn't enough for Demi to please the masses, this time she uses her fatal weapon: her voice. And she does it in an iconic way. The singer has picked up on her passion for soul and old-school R&B to release one of the most impressive albums of this year. In Confident, the beats and the sticky choruses were significant, in Tell Me You Love Me, the main focus is her voice while the production is more minimalist, an intimate approach let's say. Overall, I liked the lyrics, especially the fierce and direct moments. However, some of the songs don't seem to be as personal to Demi, at least that's the feeling she gives us by the way she sings them. Anyway, the former Disney star is on the right track!

Singles: Sorry Not SorryTell Me You Love Me
Favorites: Sorry Not Sorry, Tell Me You Love MeSexy Dirty LoveLonely (feat. Lil Wayne), Cry BabyHitchhikerInstruction (with Jax Jones & Stefflon Don), Smoke & Mirrors
Least Favorites: Daddy IssuesRuin the Friendship

MILEY CYRUS, YOUNGER NOW (SEPTEMBER)
Miley Cyrus is one of the artists that most seems unable to find a genre where she is totally comfortable with. Or maybe she just likes to surprise her audience with every single album. Throughout her career, she has gone through: bubblegum-pop, teen pop/rock, dance-pop, hip-hop, urban-pop, psychadelic-pop, experimental-pop, alternative-pop... and now country-pop and soft-rock! Her voice is adaptable to any genre, which makes her one of the greatest talented people we have. After spending a little time shocking her audience with provocative performances, attitudes and outfits, the Nashville singer launches a more toned-down, more reflective, intimate album where all the songs are accompanied by guitars and percussion rather than heavy beats. Half of the songs are about her reconciliation with Liam Hemworth, one of Miley's reasons to soothe her image and music while the other half is about her new life philosophies (veganism, youth, hippie movements and liberalism). Although I misses her beginnings, Younger Now's music style suits her like a glove.


Singles: MalibuYounger Now
Favoritas: Younger NowMalibuWeek Without YouBad MoodLove SomeoneInspired
Menos Favoritas: Rainbowland (feat. Dolly Parton), She's Not Him

POPPY, POPPY.COMPUTER (OCTOBER)
If you don't know Poppy, I'll explain: it's the new YouTube sensation. Basically, it's a project created by Titanic Sinclair and Moriah Rose Pereira (Poppy's real name). The goal is to parody pop culture and show how empty and manufactured a popstar can be. But at the same time, Titanic and Moriah also socially criticize social networks and the technology obsession. Poppy is your robot and is ready to show you her technological world on Poppy.Computer, an album that if it was sung in Japanese, it would sound like half of the J-Pop groups. The record is very conceptual, literally every song has to do with videos, computers, pop culture, robots, social networks... you get the idea. The production has a great influence on Asian pop (mainly Korean and Japanese) and the 80's and the lyrics are very simple, but also enigmatic. Basically Poppy navigates the Internet to pursuit love, real feelings and appreciation. And you, are you ready to love a robotic popstar?

Singles: I'm PoppyComputer BoyLet's Make a VideoInterwebMy Style
Favorites: Let's Make a VideoBleach Blonde BabyComputer BoyMy StyleInterwebSoftware UpgradePop Music
Least Favorites: I'm Poppy, My MicrophoneMoshi Moshi

P!NK, BEAUTIFUL TRAUMA (OCTOBER)
It's been 5 years since we heard a new P!nk album (I'm not counting her collaborative project with Dallas Green, Rose Ave, released in 2014; their partnership was named You + Me btw). In 5 years, a lot has happend, the world goes round and round and Alecia Moore is here to tell us what she thinks of all these changes. This time around, the American singer leaves aside the guitars and the drums and evolves her sound to a more adult and current pop vibe. This album also might be the first one that she's more sentimental on most songs, rather than throwing several ''fuck you's'' into the air as she usually does, P!nk apologizes and regrets bad situations. But obviously those rebellious moments are still there, especially on her newly controversial Eminem collab, Revenge. I'm not saying that P!nk didn't know how to be serious or didn't express sadness, it's just that only in this album she does it a lot more than before. Some songs also carry a more political tone because of the US political situation. Definitely a great return! P!nk never disappoints me <3.

Singles: What About UsBeautiful Trauma
Favorites: Beautiful TraumaWhatever You WantWhat About UsBarbiesWhere We GoFor NowSecretsI Am HereWild Hearts Can't Be Broken
Least Favorites: Revenge (feat. Eminem), Better Life


NIALL HORAN, FLICKER (OCTOBER)
Niall is One Direction's third member to release a solo album, and the third one to surprise me positively! It was Horan's turn to express himself musically after Zayn's R&B and Harry's rock/britpop vibes. Inspired by bands like Fleetwood Mack and Eagles, the 1D blondie releases a total folk-pop influenced album that tells the singer's love stories as well as his personal experiences. It's a honest record, simple, adventurous and full of feeling. Niall has always seemed the most romantic and sweet of all One Direction members, and this first album reflects his characteristics quite well. Because it's such a simple effort, it may not stand out if we put it next to Harry's or Zayn's album, however Flicker's a good record to listen to during long journeys. Nice job, Niall!

Singles: This TownSlow HandsToo Much To Ask
Favorites: On The LooseThis TownSlow HandsToo Much To AskPaper HousesFlickerMirrors
Least Favorites: Seeing Blind (feat. Maren Morris), Fire AwayYou and MeOn My Own


KELLY CLARKSON, MEANING OF LIFE (OCTOBER)
Kelly Clarkson won the first edition of American Idol in 2002, signing then a long contract with record label RCA Records right after. From creative control to total disengagement from RCA whenever Kelly didn't fulfill its obligations, the American singer has had a lot of problems with her label. The contract came to an end in 2016 and she didn't think twice about renewing it or not. After that, Kelly Clarkson has finally managed to release the album she's always dreamed of, a record influenced by the great soul/R&B artists: Aretha Franklin, Mariah Carey, Whitney Houston, Diana Ross, Joss Stone, etc. The most amazing thing is that Meaning of Life sounds like a modern version of all these artists. Although pop/rock has been a good sound for Kelly throughout her 13 years carreer, I admit it was a little tiring to hear her do the same thing all the time while never having too much room for her to 'play' with her voice. In Meaning of Life, there is more room for Clarkson to show her own identity: a strong, independent woman, full of passion, attitude, sass and thundering vocals. What a great DIVA!

Singles: Love So Soft, Medicine
Favorites: Love So SoftHeatMeaning of LifeMove YouWhole Lotta Woman, MedicineWould You Call That Love?I Don't Think About YouGo High
Least Favorites: Slow Dance, Don't You Pretend


RACHEL PLATTEN, WAVES (OCTOBER)
I discovered Rachel after she became viral with one of the biggest singles of 2015, Fight Song, a midtempo pop ballad that chronicled the singer's obstacles to becoming a successful artist. Her debut album, Wildfire, is a good pop effort but doesn't show half of this woman's potential. I was worried about how Waves, her second album, would sound since the lead single, Broken Glass, is similar to most of what's on the radio these days. But fortunately, all the worries died when I heard it. The production is very current, but also has great influences from the 80's, 90's and '00's. Rachel also bet on a much more revealing songwriting, showing us her opinion on various subjects: feminism, faith, monogamy, betrayal, sex, labels, love of music and family. In Waves, Rachel won because she followed a fluid and cohesive concept (you already know I love cohesion in albums). It's definitely the pop bible of 2017, it's a pity that it won't have the impact it deserves. The new E.MO.TION is among us, ahah! *

*For those who don't get the joke: E.MO.TION is Carly Rae Jepsen's third album, which was highly acclaimed by critics and pop music fans, but it didn't succeed in sales unfortunately.


Singles: Broken Glass
Favorites: Perfect For You, Whole Heart, Broken Glass, Loose Ends, Labels, Loveback, Hands, Grace
Least Favorites: CollideKeep Up, Without You, Wild

MAROON 5, RED PILL BLUES (NOVEMBER)
First, I just wanna say that Don't Wanna Know is Maroon 5's worst single of their career. Cold was a bit better, but still... Well, I didn't plan to hear this new M5 album, because my faith in them had gone down immensely. But curiosity always kills the cat, doesn't it? I decided to listen this album but always suspicious and... I got surprised. Even though I still think that Red Pill Blues should've been Adam Levine's solo project (well, that's not far from happening actually), I still appreciate its quality. Yeah, it's pretty pop. Yes, the whole album could be played on radio and become an instant hit. However, the essence of the band hasn't disappeared completely, there's still a bit of Maroon 5 in these new songs. That essence is hidden behind excessively used beats and clichés lyrics about love. The usual.

Singles: Don't Wanna Know (feat. Kendrick Lamar), Cold (feat. Future), What Lovers Do (feat. SZA), Wait
Favorites: Wait, What Lovers DoLips On YouBet My HeartHelp Me Out (feat. Julia Michaels), Denim JacketVisionsPlastic Rose, Cold
Least Favorites: Whiskey (feat. A$AP Rocky), Don't Wanna Know


SAM SMITH, THE THRILL OF IT ALL (NOVEMBER)
After 4 years without releasing an album, the male version of Adele returns with a perfect album for the colder days. If your day isn't going well, if you need strong ballads to comfort you with some hurt you feel, if you even need to cry for a moment, The Thrill of It All, the second album by the British singer Sam Smith, it's the right album for you. In terms of sound, I don't notice much difference between this record and his previous one, In The Lonely Hour; perhaps some maturity and further incorporation of soul and gospel music into the songs, yet Sam Smith continues with his melancholy and thrilling vibe, while singing ballads about his turbulent love affairs and his perspective on society. The only drastic difference is his image due to the singer losing a lot of weight in these last years that he has been absent.

Singles: Too Good at Goodbyes, One Last Song
Favorites: Too Good at GoodbyesSay It FirstOne Last SongMidnight Train,  HimBurning
Baby, You Make Me CrazyScars
Least Favorites: PalacePrayNothing Left For YouThe Thrill of It All



TAYLOR SWIFT, REPUTATION (NOVEMBER)
Even though I don't like Taylor Swift's personality, I can enjoy her albums. Music is music, it doesn't really matter whether she's a good person or not, what matters is the quality of the content, right? For that reason I admit, yes I liked Reputation, as I liked 1989, Speak Now or RED (I didn't mention her first ones because I didn't hear them). HOWEVER, I have several points to point out: this is her sixth album; the theme is ''reputation''; given the singer's history, especially last year, a controversial work was expected, but also so revealing that it would change some of the opinions we have about her, right? That's the way I see it! At least her perspective on the things they say about her, her version of the whole drama. But that doesn't happen at all. Taylor is a good songwriter, I give her that credit, but she's stuck in the same style for years. She literally only knows how to write about boyfriends and childish shades. However, I give Swift 10 points for betting on a darker production, including trap, tropical house, dark-pop, alternative-pop and a more melancholy synthpop as well. She always works with the right people, she has a good eye for that, at least.

Singles: Look What You Made Me Do...Ready For ItEnd Game (feat. Ed Sheeran & Future)
Favorites: ...Ready For It?I Did Something BadLook What You Made Me DoGetaway CarKing of My HeartDancing With Our Hands Tied
Least Favorites:  Don't Blame MeDelicateSo It Goes...GorgeousDressNew Year's Day

SIA, EVERYDAY IS CHRISTMAS (NOVEMBER)
What to expect from a Christmas album by an artist of this caliber? Well, everything she did previously but with lyrics related to the theme. I swear I never quite understood the fever with Christmas albums. I get the meaning in some cases, others I just don't. Sia is included in the category of artists that it doesn't make sense to have Christmas albums. That idea for me just doesn't make any sense, but as a fan of the singer, I heard it. And, of course, I was even more disinterested in the idea. Of course there are fun songs, the purpose of this effort (which is basically the capitalist and consumerist idea of Christmas) has been fulfilled and some of the ballads are very beautiful, but it's nothing that makes me want to hear it again. In my opinion, the overall concept doesn't look good on Sia.

Singles: Santa Is Coming For Us
Favorites/Least Favorites: I mixed these two because I really don't know


TOVE LO, BLUE LIPS [LADY WOOD PHASE II] (NOVEMBER)
Tove Lo returns with Blue Lips, the second part of her scandalous adventure in Lady Wood. Divided into two chapters, Light Beams and Pitch Black, the central theme of Blue Lips continues to be nightlife, sexual experiences, drugs and of course complications of the mind and heart. Tove creates a whole world of an underground disco and takes us  with her inside it, so to give the feeling that we're dancing and drinking with her whenever we listen to her songs. While the production in Lady Wood had big influences in techno-house, Blue Lips, for instance, has strong influences in disco music, with also continuing the genres explored in its previous one. In terms of lyrics, Tove keeps her common style: simple lyrics but full of meaning and provocation. This album is more about her love affairs and her role she plays in them, while Lady Wood showed more of the singer's personal experiences and the complications that come with fame. For me, her first albums had more impact, but this one is just as good. Again, Tove Lo shows how sexuality and body aren't something to be ashamed of, but rather something to be proud of.

Singles: Disco TitsCycles
Favorites: Disco TistsShe Don't Know But She KnowsStrangerBitchesCycles9th of OctoberHey You Got Drugs?
Least Favorites: Don't Ask Don't TellRomantics (feat. Daye Jack)



CHARLI XCX, POP 2 (DECEMBER)
While her long-awaited third album isn't released yet (due to several problems she has with her label), Charli invests heavily in her mixtapes, where she has total creative control to show various sides of her. The mixtape Number 1 Angel*, released earlier this year, despite being super-influenced in PC Music (a genre not much explored in pop music), contained current elements, which made it sound a bit more commercial at times. In Pop 2, which is almost like a sequel to the first mixtape, Charli bets on a much more experimental and... industrial sound? Yes, it's a strange description, but it's true! The beats are quite mechanical, her vocals sound robotic and the production is generally distorted and computerized. For this reason, some tracks are difficult to like it at first. This new mixtape includes also a lot more collabs than its previous one, such as, Tove LoCarly Rae Jepsen, Brooke CandyCupcakKe, Jay Park, MØ, Pabllo Vittar, among others.

*For the most distracted, I reviewed this mixtape when it came out, you can re-read it here: [#Review] Charli XCX, ''Number 1 Angel''

Singles: Out of My Head (feat. Tove Lo & ALMA), Unlock It (feat. Jay Park & Kim Petras), I Got It (feat. Brooke Candy, CupcakKe & Pabllo Vittar)
Favorites: Out of My HeadI Got It, Femmebot (feat. Dorian Electra & Mikky Blano), Unlock ItPorsche (feat. MØ), Track 10 
Least Favorites: Lucky, Tears (feat. Caroline Polachek), Delicious (feat. Tommy Cash)


G-EAZY, THE BEAUTIFUL & DAMNED (DEZEMBRO)
I never really cared much about G-Eazy... I listen to his songs only because of its features, not the rapper himself. Out of curiosity, I wanted to know how his entire album sounded. I killed the curiosity and heard his latest work, The Beautiful & Damned, including the hits: No Limit with Cardi B and A$AP Rocky; and Him & I with Halsey, his girlfriend. In general, the album is good, it has pleasant moments and other unnecessary and even having 20 songs, all have a great flow which makes it seem less long. The problem is that most of the tracks sound the same; G-Eazy doesn't innovate much in the way he does rap, his method, flow, rhymes, attitude and subjects are always the same, which ends up making him a forgettable rapper. However, I do give him good points as he tries to add retro and vintage aesthetics to hip/hop culture, this is remarkable in some tracks. The album's division is also well thought out: the first 10 tracks are about the beautiful side of life, and the next 10 about the dark side of it.

Singles: No Limit (feat. A$AP Rocky), The Plan, Him & I (feat. Halsey)
Favorites: The Beautiful & Damned (feat. Zoe Nash), Him & ISober (feat. Charlie Puth)No LimitThat's A LotPick Me Up (feat. Anna of the North), Leaviathan (feat. Sam Martin), Crash & Burn (feat. Kehlani), Mama Always Told Me (feat. Madison Love)Eazy (feat. Son Lux)
Least Favorites: But A Dream, Legend, The Plan, Gotdamn

EMINEM, REVIVAL (DECEMBER)
After 4 years without releasing an album, Eminem returns with his 9th solo album, Revival. Promoted by the duet with Beyoncé, Walk On Water, this new album joins 19 tracks that show the rapper's views on the latest happenings of his country, as well as his personal experiences in the last 4 years, such as: uncertainties, lack of confidence, disinterest in the new generation of rappers, his relationship with his daughter, relationships, etc. In fact, I have nothing against the newest rappers that are around, but it's good to hear new songs from an artist who really knows what he's doing and who uses music for important matters. Revival may not be an Encore or a Recovery, it may not even come close to the legacy of their Slim Shady and Marshall Matters albums, but it's a great effort that brings both the ''old Eminem'' and the ''new Eminem''. On one hand, we have his critical side alive, full of disses to the government and to Trump; on the other hand, we can hear a more insecure side of him, as well as an apology for his mistakes. I really love this album, in my opinion Eminem is still with the same quality! All beats, lyrics, features and samples are on point!

Singles: Walk On Water (feat. Beyoncé)
Favorites: Walk On WaterBelieveRiver (feat. Ed Sheeran), Remind MeLike Home (feat. Alicia Keys), Tragic Endings (feat. Skylar Grey), Nowhere (feat. Kehlani), CastleArose
Least Favorites: Chloraseptic (feat. Phrester), Untouchable


I hope you liked it! Happy new year!! Next month, I will post my year-end lists :)
Again, I am sorry for my absense but I will make it up to you, promise!!


*All image credits go to its real owners*